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Falta de conservação das rodovias preocupa mineração gaúcha

Pesquisa divulgada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) mostra que as rodovias brasileiras ainda estão devendo mundo em matéria de qualidade de tráfego. O estudo apontou que 42,7% das estradas foram consideradas boas ou ótimas, contra 57,3% consideradas ruins, péssimas ou regulares.

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Um dado que preocupa, e muito, a Associação Gaúcha dos Produtores de Brita, Areia e Saibro (Agabritas) e do Sindicato da Indústria da Mineração de Brita, Areia e Saibro do Rio Grande do Sul (Sindibritas), é o que retrata a atual situação das rodovias no Estado, com 73,6% delas apresentando alguma deficiência. Nos 8.668 quilômetros percorridos pelos pesquisadores da CNT no Rio Grande do Sul, apenas 2.283 quilômetros, o que corresponde a 26,4%, tiveram classificação ótimo ou bom.

Para o presidente da Agabritas e do Sindibritas, Pedro Reginato, a má conservação das estradas no Estado é um fator que prejudica a mineração gaúcha, uma vez que eleva custos com manutenção dos caminhões e despesas maiores com combustível, especialmente o diesel.

“Por um longo período não foram feitos grandes investimentos na correta manutenção das rodovias e na abertura de novas estradas, exceção feita a Rodovia do Parque, inaugurada no final de 2014. Nossos caminhões circulam por pavimentos pessimamente conservados, com vários trechos esburacados, causando não apenas um gasto maior com combustível, mas, também, preocupação com a segurança dos condutores”, aponta Reginato.

Segundo o presidente, esse custo a mais, na maioria dos casos, não pode ser repassado ao consumidor, e acaba causando um déficit financeiro a mais para as empresas do setor. Na sua avaliação, é preciso, com urgência, mudar o panorama da malha rodoviária gaúcha, reconstruindo, restaurando e conservando os trechos danificados.

“Além disso, outro aspecto que preocupa é o corte de investimentos nessas obras tão necessárias. A falta de conservação não apenas piora a qualidade das estradas, mas também freia o consumo de insumos básicos como areia e brita, o que cria mais um aspecto negativo para a mineração gaúcha”, fala Pedro Reginato.

Estima-se que são necessários cerca de R$ 6,24 bilhões em investimentos para dar andamento a essas atividades aqui no Estado. Em todo o Brasil, a falta de investimentos na melhoria da qualidade do pavimento das rodovias gerou, em 2014, um prejuízo de R$ 47 bilhões para o setor de transporte.
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(Redação – Agência IN)

Fonte: Investimentos e Notícias

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