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SCIENCE: PLANTAS RARAS AFRICANAS INDICAM PRESENÇA DE DIAMANTES SOB O SOLO

 Mineração de kimberlito poderia gerar renda sem causar grandes danos ao meio ambiente

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Há diamantes debaixo das plantas. Um geólogo descobriu na Libéria uma planta espinhosa, parecida com uma palmeira, que parece crescer somente no topo de formações de kimberlitos — colunas de rochas vulcânicas de centenas de metros de largura que se estendem ao fundo da Terra, deixadas por erupções antigas que exumaram diamantes da camada. É o que diz uma matéria da renomada revista Science.Se a planta é tão seletiva quanto parece ser, caçadores de diamantes na África Ocidental terão um jeito simples e poderoso de encontrar depósitos ricos em diamantes. Garimpeiros vão “mergulhar neles como loucos,” diz Steven Shirey, um geólogo que se especializa em pesquisa de diamantes pela Carnegie Institution for Science em Washington, D.C.
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Mineiros sabem há muito tempo que algumas plantas específicas podem sinalizar pedras que contém minério. Por exemplo, a Lychnis alpina, uma pequena planta de floração rosa na Escandinávia, e o Haumaniastrum katangense, um arbusto de flores brancas na África central, são associados ao cobre. Isso acontece porque as plantas são especialmente tolerantes ao cobre que erodiu nos solos.

 

Mas a nova planta, identificada como Pandanus candelabrum, é a primeira espécie que indica que kimberlitos contém diamantes, afirma Stephen Haggerty, um pesquisador na Universidade Internacional da Flórida em Miami e executivo-chefe de exploração da Youssef Diamond Mining Company, que possui concessões de minas na Libéria. Haggerty suspeita que a planta se adaptou aos solos de kimberlito, que são ricos em magnésio, potássio, e fósforo. “Parece um fertilizante muito bom, o que de fato é,” diz Haggerty, que publicou a descoberta na edição de Junho-Julho da Economic Geology.

 

Diamantes se formam a centenas de quilômetros abaixo da superfície, quando o carbono é espremido sob temperaturas intensas e pressões. Canalizações de kimberlito trazem as jóias para a superfície em erupções que às vezes aumentam mais rápido do que a velocidade do som. Essas canalizações são raras. Haggerty afirma que uma regra de seis se aplica: das mais de 6000 tubulações de kimberlitos conhecidas no mundo, cerca de 600 contém diamantes. Desses, apenas cerca de 60 são ricos o suficiente em diamantes de qualidade que vale a pena serem extraídos. A África ocidental tem várias operações “artesanais” por onde as pessoas penetram através de sedimentos fluviais para um diamante que possa ter surgido de uma canalização de kimberlito rio acima. Mas poucas dessas canalizações foram encontradas na vegetação densa. “O mato é absolutamente impenetrável,” diz ele.

 

Para os países que sofreram com guerras e a epidemia de Ebola, a mineração de kimberlito poderia gerar renda sem causar grandes danos ao meio ambiente, diz Shirey. As minas de Kimberlito tendem a ser estreitas e verticais, com rastros bem menores do que, digamos, minas a céu aberto, e seus resíduos são benignos. “É quase tão tóxico quanto o fertilizante em seu jardim,” diz Shirey.

 

Como cientista, Shirey gostaria de ter acesso a uma amostra do diamante de uma nova região. Embora muitas erupções de kimberlito tenham ocorrido relativamente há pouco tempo, os próprios diamantes são antigos: costumam ter 3 bilhões de anos de idade. Às vezes eles agarram minerais que oferecem pistas sobre as temperaturas que os diamantes experimentaram fundo dentro da terra. Uma amostra da nova canalização na Libéria, diz ele, poderia dar uma visão mais ampla sobre as condições na camada há 150 milhões de anos, quando uma fissura se abriu entre a África e a América do Sul e criou a Atlantic Ocean. “Eu provavelmente teria alguns segredos interessantes,” afirma ele.

 

Fonte: Jornal do Brasil

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